A inteligência artificial generativa vem revolucionando a forma como empresas criam conteúdos, tomam decisões e otimizam processos, mas também traz relevantes riscos jurídicos e desafios regulatórios. Entre os principais pontos de atenção estão a violação de direitos autorais, uso indevido de dados pessoais, discriminação algorítmica e falta de transparência sobre como os modelos são treinados e utilizados.
Do ponto de vista regulatório, o cenário é dinâmico: diversas jurisdições avançam em normas específicas para IA, exigindo governança, avaliação de riscos, responsabilização e mecanismos de supervisão. No Brasil, embora ainda não exista uma lei geral de IA em vigor, tramitam projetos que buscam equilibrar incentivo à inovação e proteção de direitos fundamentais.
Para empresas, torna‑se essencial adotar políticas internas de compliance em IA, revisar contratos, mapear riscos e estabelecer controles técnicos e jurídicos. A combinação de boas práticas de governança, monitoramento contínuo e acompanhamento regulatório é decisiva para usar IA generativa de forma ética, segura e competitiva.
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