Autor: Rekliw

  • “Univesp Lança Vestibular com Novo Curso Inovador em Inteligência Artificial”

    “Univesp Lança Vestibular com Novo Curso Inovador em Inteligência Artificial”

    A Univesp abriu inscrições para o vestibular 2024, trazendo como novidade o curso de Bacharelado em Ciência de Dados e Inteligência Artificial. A universidade pública e gratuita, totalmente on-line, oferece formação em áreas tecnológicas e de alta demanda no mercado de trabalho. O novo curso aborda fundamentos de programação, estatística, aprendizado de máquina e aplicações práticas de IA em diversos setores. Podem se inscrever candidatos que concluíram ou estejam concluindo o ensino médio. O processo seletivo é realizado por prova, com questões objetivas e redação, aplicada em várias cidades do estado de São Paulo. Além do novo curso, continuam abertas vagas para outras graduações já tradicionais da instituição. As inscrições são feitas exclusivamente pelo site da Univesp, com prazo determinado em edital e taxa de participação, havendo possibilidade de isenção para candidatos de baixa renda. A iniciativa reforça o papel da Univesp na democratização do acesso ao ensino superior de qualidade em tecnologia.

  • Pinterest corta cargos e se reinventa com aposta total na IA

    Pinterest corta cargos e se reinventa com aposta total na IA

    O Pinterest está passando por uma grande reestruturação para se posicionar como uma empresa cada vez mais focada em inteligência artificial. A companhia cortou cargos e redesenhou áreas internas para acelerar o desenvolvimento de recursos baseados em IA, com o objetivo de tornar a experiência mais personalizada, relevante e voltada à descoberta de produtos e ideias. A plataforma quer se consolidar como um espaço onde o usuário não apenas se inspira, mas também compra, aproximando ainda mais conteúdo e comércio. A IA será usada para entender melhor interesses, contexto e intenção de cada pessoa, entregando recomendações mais precisas e aumentando o potencial de monetização. Essa mudança reflete um movimento mais amplo do mercado, em que empresas de tecnologia reposicionam seus modelos de negócio para integrar IA em todos os processos, desde produto até operações internas, buscando eficiência e novas fontes de crescimento.

  • Pânico da IA: medo do impacto faz ações das gigantes de software despencarem

    Pânico da IA: medo do impacto faz ações das gigantes de software despencarem

    O artigo analisa a forte queda nas ações de grandes empresas de software diante do temor de que a inteligência artificial reduza a demanda por produtos e serviços tradicionais do setor. Investidores temem que soluções de IA generativa, muitas vezes mais baratas e integradas a plataformas em nuvem, substituam ferramentas consolidadas, pressionando margens e modelos de licenciamento.

    As companhias agora correm para incorporar IA em seus portfólios, seja por desenvolvimento próprio, parcerias estratégicas ou aquisições. Ao mesmo tempo, o mercado questiona se todas conseguirão capturar valor nesse novo cenário ou se parte delas ficará para trás. O texto destaca que, apesar da volatilidade de curto prazo, a IA tende a reorganizar a cadeia de software, favorecendo empresas capazes de combinar escala, dados e velocidade de inovação, enquanto expõe modelos de negócio mais dependentes de soluções legadas.

  • IA desvenda novo uso de remédio para artrite que pode tratar doença rara

    IA desvenda novo uso de remédio para artrite que pode tratar doença rara

    Pesquisadores utilizaram inteligência artificial para descobrir que um remédio já usado no tratamento de artrite reumatoide pode ser eficaz contra uma doença rara e grave chamada linfangioleiomiomatose (LAM), que atinge principalmente mulheres e compromete os pulmões. A LAM causa crescimento anormal de células musculares lisas, levando à falta de ar, cistos pulmonares e risco de colapso pulmonar. A IA analisou grandes bancos de dados e identificou que o medicamento baricitinibe, utilizado para artrite, pode bloquear vias inflamatórias envolvidas na progressão da LAM. Em testes iniciais, o remédio mostrou resultados promissores em modelos laboratoriais, indicando potencial para desacelerar a doença. Apesar do avanço, os especialistas ressaltam que ainda são necessários estudos clínicos em humanos para comprovar a segurança e a eficácia do tratamento. A descoberta reforça o papel da inteligência artificial em acelerar a busca por terapias para doenças raras, reaproveitando medicamentos já existentes.

  • Transforme o futuro do petróleo: Shape Digital abre estágio em IA no Rio e em São Paulo

    Transforme o futuro do petróleo: Shape Digital abre estágio em IA no Rio e em São Paulo

    A Shape Digital abriu inscrições para seu programa de estágio em tecnologia, com foco em inteligência artificial aplicada aos setores de óleo e gás. As vagas são para o Rio de Janeiro e São Paulo e buscam estudantes interessados em atuar em projetos de transformação digital para grandes empresas da área de energia. O programa oferece participação em soluções inovadoras, contato com tecnologias avançadas e mentoria de profissionais experientes, em um ambiente voltado ao desenvolvimento técnico e comportamental. Os estagiários poderão atuar em análise de dados, automação, desenvolvimento de algoritmos e outras frentes ligadas à IA e à digitalização de processos industriais. A empresa procura jovens com perfil analítico, curiosidade, vontade de aprender e afinidade com tecnologia. As inscrições são realizadas online, e o processo seletivo inclui etapas de triagem, testes e entrevistas, com início previsto das atividades ainda neste ano.

  • Empresas disparam investimentos em IA, mas adoção prática ainda engatinha

    Empresas disparam investimentos em IA, mas adoção prática ainda engatinha

    Empresas brasileiras vêm avançando na adoção de Inteligência Artificial, mas o uso ainda é restrito e distante do pleno potencial da tecnologia. A maioria das companhias está em estágios iniciais, aplicando IA principalmente em tarefas operacionais, automação de rotinas, atendimento ao cliente e análise de dados, enquanto projetos mais estratégicos e transformacionais ainda são raros.

    O estudo citado na matéria mostra que falta maturidade, governança e profissionais qualificados para ampliar o impacto da IA nos negócios. Muitas organizações se concentram em provas de conceito e pilotos isolados, sem integração ampla aos processos-chave. Além disso, há preocupação com questões éticas, segurança, privacidade e uso responsável dos dados.

    Mesmo assim, a tendência é de crescimento acelerado: empresas que já utilizam IA relatam ganhos em eficiência, redução de custos e melhoria na experiência do cliente. O desafio agora é sair da experimentação e incorporar a inteligência artificial como parte central da estratégia, com investimento em pessoas, cultura de dados e visão de longo prazo.

  • Helena do Vale reinventa a música: projeto usa IA para compor canções inéditas

    Helena do Vale reinventa a música: projeto usa IA para compor canções inéditas

    A musicista Helena do Vale, de Campo Grande (MS), desenvolveu um projeto inovador que une música e inteligência artificial. Compositoras e cantora, ela utiliza ferramentas de IA para criar arranjos, explorar novas sonoridades e experimentar formas diferentes de produção musical, sem abrir mão da sensibilidade humana. O projeto busca mostrar que a tecnologia pode ser aliada da criatividade, ampliando possibilidades em vez de substituir o artista. Helena também discute os desafios éticos e autorais desse uso, defendendo transparência sobre o papel da IA no processo criativo. Sua iniciativa incentiva outros músicos a explorarem recursos digitais de forma consciente, fortalecendo a cena cultural local e apontando caminhos para o futuro da música independente.

  • Alerta Máximo: IA Se Torna a Maior Ameaça à Segurança das Empresas Brasileiras

    Alerta Máximo: IA Se Torna a Maior Ameaça à Segurança das Empresas Brasileiras

    Empresas brasileiras veem a inteligência artificial como uma das principais preocupações de segurança em 2026. Segundo a matéria, executivos do país estão alarmados com riscos como vazamento de dados, ataques mais sofisticados, fraude e uso indevido de informações sensíveis por sistemas de IA. Ao mesmo tempo, reconhecem o potencial da tecnologia para aumentar produtividade, automatizar processos e melhorar a tomada de decisão.

    O desafio está em equilibrar inovação e proteção. As organizações começam a investir mais em governança de IA, políticas de uso responsável, auditoria de algoritmos e capacitação de equipes em segurança cibernética. Também cresce a demanda por regulamentação mais clara, que estabeleça limites éticos, critérios de transparência e responsabilidades em caso de incidentes.

    Nesse cenário, a competitividade passa a depender não apenas da adoção rápida de IA, mas da capacidade de integrá-la com controles robustos de segurança, preservando dados, reputação e confiança de clientes e parceiros.

  • Konni evolui: malware com IA explora PowerShell para invasões furtivas

    Konni evolui: malware com IA explora PowerShell para invasões furtivas

    O artigo aborda uma nova campanha do malware KONNI, um trojan espião antigo ligado a grupos de ameaças da Coreia do Norte, que agora utiliza inteligência artificial e scripts em PowerShell para se tornar mais furtivo e eficiente. A infecção começa com documentos maliciosos que, ao serem abertos, executam comandos em PowerShell para baixar e instalar o KONNI no sistema da vítima. A inteligência artificial é usada para dificultar a detecção, alterando padrões de comportamento e adaptando o malware a diferentes ambientes. Uma vez instalado, o KONNI consegue roubar dados sensíveis, capturar telas, registrar teclas digitadas e enviar essas informações para servidores controlados pelos atacantes. O texto destaca ainda a importância de manter sistemas e antivírus atualizados, desconfiar de anexos suspeitos, principalmente de fontes desconhecidas, e reforçar políticas de segurança e treinamento de usuários para evitar que campanhas como essa tenham sucesso.

  • McConaughey em defesa contra a IA: grava voz e imagem para impedir uso indevido

    McConaughey em defesa contra a IA: grava voz e imagem para impedir uso indevido

    O ator Matthew McConaughey decidiu registrar legalmente sua voz, imagem e maneirismos para tentar impedir o uso indevido por inteligência artificial. A medida busca protegê‑lo de deepfakes e de criações digitais que o imitem sem autorização, algo que vem se tornando comum em Hollywood com o avanço das tecnologias de IA generativa.

    McConaughey se junta a outros artistas preocupados com o uso comercial de suas identidades em anúncios, filmes, jogos e conteúdos online. A ação reforça o debate sobre direitos de imagem e voz num cenário em que algoritmos conseguem reproduzir com grande fidelidade rostos e falas de pessoas reais.

    A iniciativa também pressiona estúdios, plataformas e legisladores a definirem regras claras para o uso de IA, garantindo remuneração e consentimento dos artistas. O caso simboliza uma nova fase na proteção da identidade digital das celebridades e, possivelmente, de qualquer pessoa exposta na internet.