A LGPD exige que clínicas tratem dados de saúde com segurança máxima, e o uso de IA nesse contexto precisa seguir regras claras. O artigo mostra que é possível aproveitar algoritmos para agilizar diagnósticos, prontuários, agendamentos e atendimento ao paciente sem expor informações sensíveis. Para isso, é essencial mapear quais dados são coletados, ter base legal adequada, pedir consentimento quando necessário e limitar o uso ao mínimo indispensável. Também destaca a importância de anonimizar ou pseudonimizar dados, firmar contratos robustos com fornecedores de tecnologia, adotar criptografia e controle de acesso, além de treinar equipes sobre privacidade. A IA deve ser transparente: o paciente precisa saber quando está interagindo com sistemas automatizados e quais dados estão sendo usados. Assim, as clínicas podem inovar, ganhar eficiência e melhorar a experiência do paciente, mantendo a conformidade com a LGPD e preservando a confiança na relação médico-paciente.
https://valor.globo.com/patrocinado/pressworks/noticia/2026/02/10/lgpd-na-pratica-como-clinicas-podem-usar-ia-sem-colocar-dados-medicos-em-risco-1.ghtml

Deixe um comentário