O publicitário Raul Ruffo defende que a inteligência artificial deve ser usada como apoio, e não como substituta do processo criativo humano. Em entrevista à Rádio Metropole, ele explicou que a IA pode agilizar tarefas repetitivas, sugerir ideias e otimizar o fluxo de trabalho, mas que a sensibilidade, a intuição e a visão de mundo do criador continuam insubstituíveis. Para Ruffo, o grande risco é delegar tudo à tecnologia e perder autenticidade e profundidade nas mensagens. Ele destaca que o caminho ideal é a combinação entre o olhar humano e as ferramentas de IA, para potencializar resultados sem abrir mão da originalidade, da ética e da conexão real com as pessoas.
https://www.metro1.com.br/noticias/radio-metropole/177600,inteligencia-artificial-nao-deve-tomar-conta-de-todo-o-processo-criativo-afirma-raul-ruffo

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